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 DNA ESPORTE
FUNDAMENTOS TÉCNICOS NO FUTEBOL

 

Todo desporto tem suas particularidades, regras, situações e um conjunto de técnicas específicas. Elas são específicas porque mesmo em desportos similares, como no Futebol e Futsal, apresentam essencialmente uma aplicabilidade diferente.

Este é o caso, por exemplo, do passe: no Futebol, esta técnica é treinada de forma que a bola possa ser passada por longas distâncias ou muitas vezes pelo alto; no Futsal, o mesmo fundamento técnico deve ser executado de forma rápida e geralmente rasteiro em distâncias curtas ou médias. 


A este conjunto de técnicas podemos também dar o nome de Fundamentos Técnicos.


Em seu teor, fundamento significa base, alicerce, sustentáculo. Fica fácil entender, então, que se estamos ensinando um fundamento, estamos construindo uma “base” para um aproveitamento futuro ou imediato.

Esta base, se bem formada, através de uma boa apresentação e trabalho de um determinado fundamento, influenciará em futuros resultados onde se busque um desempenho de alto rendimento.


No Futsal e Futebol esses fundamentos são apresentados de formas diferentes por vários autores, identificando-se de seis até doze, embora alguns sejam elementos constitutivos de outros, como o lançamento, que é uma variação do passe. 


Apresentamos, a seguir, sem considerar a importância da ordem de ensino/aprendizagem, os fundamentos técnicos do Futebol que consideramos essenciais para sua prática  e mais a técnica individual do goleiro, que além de dominar os fundamentos dos jogadores de linha, necessita desenvolver alguns aspectos que discorremos como técnica específica do goleiro, peculiares à sua função (Gomes e Machado, 2001).

1 - Recepção e Domínio

2 - Controle de bola

3 - Condução e Orientação

4 - Passe
A) Quanto a distância
B) Quanto a trajetória
C) Quanto a execução
 

5 - Chute
A) Tipos de chute
B) Trajetória
 

6 - Cabeceio

7 - Drible

8 - Finta

9 - Marcar

10 - Desmarcar

11 - Técnicas específicas do goleiro

ATUAÇOES DO GOLEIRO ACONTECEM SOB 3 TIPOS DE AÇÕES:

1. AÇÕES DE ORIENTAÇÃO

or estar em situação privilegiada, de onde consegue visualizar basicamente todos os demais atletas em campo, o goleiro deve desenvolver qualidades de orientar seus companheiros, diminuindo a margem de erro da equipe, principalmente na organização defensiva. Basicamente, pode interferir nas seguintes situações:• Posicionamento de defesa;
• Orientações no sistema de cobertura;
• Manter a concentração dos companheiros;
• Formação de barreiras;

2. AÇOES DE REPOSIÇAO

Constituem as situações onde o goleiro irá repor ou tentar fazer a reposição da bola para seus companheiros. As reposições podem ocorrer sob duas formas:


2.1 Com os pés – usando a técnica do passe/chute:
• No tiro de meta;
• Faltas próximas a sua área;
• Quando realiza uma defesa de retenção e quer atingir um espaço distante na reposição utilizando o movimento do voleio ou bate-pronto;
• Quando recebe intencionalmente a bola de um companheiro e precisar dar seqüência ao jogo, quer passando a um companheiro, ou transferindo para o setor ofensivo, colocando a bola em disputa;

- VANTAGEM: cobre espaços mais longos e imprime mais velocidade à bola;

- DESVANTAGEM: se não for muito bem treinado, pode perder em precisão;

DICA: treinar a reposição com os dois pés, possibilitando a utilização do lado não dominante para ganhar tempo;

2.1.1 – Tipos de reposição com os pés

2.1.1.1 – Quebrada – reposição lateral realizada em movimento de voleio. A mão contraria ao pé que irá golpear a bola, apara a bola a meia altura com o braço entendido á frente do corpo, e com a perna que irá realizar o movimento posicionado atrás. O atleta solta a bola, ou a lança levemente para cima, realizando o movimento de voleio para golpeá-la. É interessante salientar que, com o hábito do gesto formado, o atleta pode começar a imprimir efeito, tocando mais acima (top spin) ou abaixo (back spin) na bola, facilitando a recepção e domínio, e também aumentando a velocidade. Efeitos laterais (side spin), podem ser aplicados para que a bola tenha uma trajetória curva.
2.1.1.2 – De bate pronto lateral: a bola é solta de meia altura ao lado do corpo e é golpeada simultaneamente quando toca o solo;
2.1.1.3 – De bate pronto frontal: idem ao gesto anterior, porém a bola é solta a frente do corpo;
2.1.1.4 - Em bolas paradas ou recebidas em situação de jogo, usando as faces possíveis do pé conforme a técnica individual do passe/chute
2.2 Com as mãos: essencialmente utilizada quando o goleiro realiza uma defesa de retenção, ou recebe de seu companheiro em acordo com as regras. É usada principalmente em espaços curtos e médios frequentemente, e longos ocasionalmente.

- VANTAGEM: maior precisão

- DICA: trabalhar a reposição com as duas mãos, possibilitando a utilização do lado não dominante para ganhar tempo;
2.2.1 – Tipos de reposição com as mãos
2.2.1.1 – Com as duas mãos em bolas rasteiras: pode ser usada em reposições curtas. Ganha-se em precisão, mas perde-se em distância e velocidade;
2.2.1.2 – Com as duas mãos pelo alto: o atleta segura a bola com as duas mãos à frente do peito ou sobre a cabeça. A bola é lançada em trajetória parabólica. Em geral, usada para superar obstáculos próximos e com rapidez;
2.2.1.3 – Com uma das mãos em movimento de lançamento por baixo: pode-se arremessar a bola em trajetória rasteira, facilitando domínio e andamento de jogo, em trajetória reta, dando maior velocidade e em trajetória parabólica, superando obstáculos;
2.2.1.4 – Com uma das mãos em arremesso de gancho: O atleta segura a bola com uma das mãos, posicionando-se lateralmente ao objetivo, com a perna contrária a frente. No momento do arremesso, quadril e tronco devem girar na mesma direção do pé que está a frente indicando o destino final da bola. A continuação do movimento do braço, proporciona melhora na direção e da força aplicada à bola. Utilizando-se do gesto correto, possibilita alcance de pontos mais distantes e dá mais velocidade a bola;
2.2.1.5 – Com uma das mãos em arremesso de ombro: o atleta segura a bola com uma das mãos e arremessa em direção ao solo, podendo imprimir efeito para que esta não perca velocidade;

3. AÇOES DEFENSIVAS

Constituem a principal função do goleiro: evitar o êxito do adversário com ações de pegadas, rebatidas, saídas, saltos, deslocamentos e quedas.
Dividem-se em ações defensivas de “rebater ou espalmar”, quando o goleiro utiliza as técnicas para afastar ou desviar a trajetória da bola, e ações defensivas “de retenção”, que são utilizadas para manter a posse da bola com as mãos.
Estas ações podem ser realizadas “com ou sem salto”, e ainda, “parado ou em deslocamento” (frontal, lateral, diagonal e para traz). Neste último caso, o atleta deverá também desenvolver condições físicas coordenativas específicas, como agilidade e relação espaço/tempo.
Nas ações defensivas, para escolher a técnica a ser utilizada, o atleta deverá fundamentalmente conhecer quais técnicas são mais eficientes, considerando a trajetória da bola:
• Bolas rasteiras: encaixe ou entrada em bolas frontais, rebatida/espalmada e pegada em bolas laterais;
• Bolas médias: encaixe e pegada frontal com as duas mãos. Nas bolas médias, em caso de insegurança ou dificuldades, como condições climáticas por exemplo, o goleiro poderá realizar a defesa em dois tempos, rebatendo a bola em direção ao solo diminuindo sua velocidade e fazendo a retenção no segundo momento. Nas bolas médias laterais, o goleiro poderá escolher entre a técnica de desviar ou reter a bola, dependendo da distância, velocidade e condição climática;
• Bolas altas: o atleta deve acompanhar a sua trajetória desde o inicio. Em caso de disputa, saltar e tentar alcançá-la no ponto mais alto, desviando sua trajetória ou fazendo a retenção com as duas mãos e trazendo-a junto ao corpo para proteção. Nas bolas altas em direção ao gol, o atleta deverá estar bem treinado para perceber a qual distância dele a bola irá atingir sua meta, e calcular quantos passos serão necessários antes de saltar para realizar a defesa.
Nas bolas mais distantes e altas, a utilização da técnica da “mão trocada” é a mais indicada, possibilitando entretanto, somente o desvio da bola;
• Bolas em parabólica: em geral, esta situação acontece em condições quando o goleiro está adiantado em relação à meta. Neste caso, utiliza-se o deslocamento para traz podendo fazer a retenção através da pegada alta (com ou sem salto), ou saltar para traz e realizar o desvio da trajetória com a mão/ponta dos dedos de maior dominância;
3.1 Ações Técnicas da Rebatida ou Espalmada
Visam desviar a trajetória da bola, quer seja para evitar o gol – chutes e cabeceios, ou para evitar que a bola chegue ao adversário - cruzamentos. Muito utilizada em situações de bola parada, ou bolas laterais, quando a área está congestionada, ocasionando dificuldades para a retenção da bola.
Nas situações de finalização, esta ação defensiva deve ser priorizada nas bolas distantes, onde necessitam de deslocamento, salto, ou as duas situações juntas, e ainda em bolas de curta distância - “queima roupa”, onde não há tempo para a preparação do movimento de retenção.
3.2 Ações Técnicas para Retenção ou PegadaSão utilizadas para reter a bola com as mãos possibilitando a continuidade do jogo com a posse de bola para a equipe.

REFERENCIA DE META – fechar espaços


 

Podemos dividir os fundamentos técnicos em dois tipos de ações:

A) movimentos sem bola (corrida com mudança, saltos, giros, etc.);

B) movimentos com bola (recepção, passe, chute, etc.).

De acordo com essa divisão, pretendemos desenvolver aqui somente as técnicas básicas do futebol pertencentes ao grupo b (movimentos com bola), executando as ações específicas desenvolvidas pelos jogadores que ocupam a posição de goleiro.

Para uma melhor prática do futebol, faz-se necessário o conhecimento e domínio de algumas técnicas básicas, tais como: condução, passe, chute, drible ou finta, recepção, cabeceio e arremesso lateral.

O cabeceio e o arremesso lateral serão abordados como elementos pertencentes a outros fundamentos técnicos, ou seja, o arremesso lateral seria considerado uma forma de passe, e o cabeceio, dentro dos demais fundamentos. As técnicas serão abordadas na seguinte seqüência: definição e conceituação do termo, descrição da técnica e as possíveis variações e formas.

 

Condução. É o ato de deslocar-se pelos espaços possíveis do jogo, tendo consigo o passe de bola.

Técnica de condução de bola:

a) posicionar o corpo e movimentá-lo de maneira a facilitar o tipo de condução desejada;

b) manter a bola numa distancia que facilite a seqüência da condução, bem como as variações necessárias de acordo com exigência da situação;

c) utilizar o tipo de toque adequado à situação;

d) postura adequada à movimentação, com o centro de gravidade um pouco mais baixo, quando necessário um melhor domínio e mais alto, quando conduzir em alta velocidade;

e) distribuir a atenção na bola, no espaço e nos demais jogadores.


Passe. É um elemento técnico inerente ao fundamento chute, que se caracteriza pelo ato de impulsionar a bola para um companheiro.

Técnica do passe:

a) posicionamento do corpo de maneira favorável a sua execução;

b) pé de apoio ao lado (atrás ou à frente) da bola;

c) projeção da perna (membro inferior direito ou esquerdo) a ser utilizada em direção à bola;

d) toque propriamente dito (durante a execução do movimento, o braço ajuda no coordenação e equilíbrio).

 

Chute. É o ato de golpear a bola, desviando ou dando trajetória à mesma, estando ela parada ou em movimento.

Técnica do chute: É semelhante à técnica do passe, sendo o objetivo das ações sua grande diferença. O chute tem como objetivo finalizar uma ação para o gol ou impedir o prosseguimento das ações do adversário.

 

Drible ou finta. É o ato que o jogador, estando ou não em posse da bola, tenta ludibriar o seu adversário.

O drible, de acordo com a sua origem inglesa (dribbling), seria a progressão com a bola. Entretanto, no cotidiano do futebol, o drible é entendido como a forma de ludibriar o adversário. O termo correto para a ação de desvencilhar-se de um adversário seria finta, mas, como a palavra drible tornou-se muito utilizada neste sentido, consideraremos os dois como sinônimos.

Técnica do drible ou finta:

a) posicionar o corpo de maneira favorável ao drible (ou finta) desejado;

b) manter a bola próxima ao corpo e o centro de gravidade baixo, permitindo assim um melhor domínio sobre a mesma;

c) utilizar o tipo de toque e movimentação adequados ao drible desejado, de acordo com a situação;

d) na execução do drible, a atenção é dirigida para a movimentação do adversário para o espaço e para a bola.

 

Recepção. Se o aluno não consegue Ter a posse da bola quando tenta interromper a trajetória da mesma, dizemos que houve uma má recepção. Este mesmo fundamento aparece na literatura como os seguintes sinônimos: abafamento, amortecimento, travar ou dominar a bola.

Lembre-se que, cotidianamente, o domínio de bola é entendido como recepção. Entretanto, consideramos que o domínio ou controle da bola expressam um nível de referencia quanto ao “desenvolvimento” das capacidades coordenativas de condução e adaptação do movimento, sendo que o domínio pode manifestar-se com mais evidencia na técnicas de condução, recepção e drible.

Técnicas da recepção:

a) posicionamento do corpo de maneira favorável a recepção, com a parte do corpo a realizar o contato voltada par a bola;

b) ao aproximar-se da bola, amortecê-la, tentando inicialmente, diminuir a sua velocidade;

c) manter a bola próxima ao corpo, favorecendo assim, o seu domínio.

 

Cabeceio. É o ato de impulsionar a bola utilizando a cabeça.

Esse gesto técnico é bastante utilizado durante o jogo e pode ser aplicado, tanto para ações ofensivas como defensivas.

O cabeceio apresenta-se como uma das alternativas para a realização de outros fundamentos, tais como: passe, chute, recepção, etc.

O cabeceio poderá ser executado parado ou em movimento, estando ou não em suspensão.

Aconselha-se principalmente, o uso da testa como a região da cabeça que irá realizar o contato com a bola.

Existem duas posições básicas do tronco em relação à bola, no momento da execução do gesto técnico: frontal ou lateral.

 
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