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O JOVEM FUTEBOLISTA
O JOVEM FUTEBOLISTA

 


A evolução dos tempos, da sociedade e as recentes transformações operadas nos hábitos desportivos dos cidadãos, faz com que cada vez mais cedo se inicie a prática desportiva de crianças e jovens.
No que se refere ao futebol, a evolução nos escalões de formação foi muito rápida e parece não ter havido por parte dos agentes do Futebol, fundamentalmente por parte dos treinadores e dos dirigentes desportivos, um adequado ajustamento a essas transformações.
 
 
Por outro lado, não podemos ignorar o facto de que a detecção de talentos ocorre cada vez mais cedo. Facilmente nos apercebemos através dos media de casos cada vez mais extremos em que os clubes recrutam desde logo os jogadores para os seus escalões de formação. Em Portugal desde há vários anos que têm vindo a aparecer jovens de capacidades excepcionais, produtos da aposta estratégica na formação dos clubes.

 

Contudo é a qualidade, a paciência e o rigor que vão determinar o sucesso a longo prazo, pois como refere Mesquita (1997), “qualquer processo de formação não pode ter como preocupação prioritária a obtenção de resultados imediatos na medida em que a aprendizagem não deve ser norteada por imperativos de rendimento imediato, sob a pena de se estar a comprometer a evolução futura do jovem praticante”. Esta afirmação reveste-se de elevada importância e faz-nos entender que só teremos bons atletas amanhã se os prepararmos correcta e apropriadamente hoje. O processo de formação tem de ser então contínuo, com objectivos bem definidos e com base em conteúdos bem programados.

 

Para Morris (2000), "a identificação antecipada de futuros atletas de elite irá oferecer um maior potencial competitivo às organizações que tenham essa capacidade de prospecção". Segundo o mesmo autor, a probabilidade dos jovens mais talentosos alcançarem o estatuto de atletas de elite aumenta se lhes forem fornecidos os melhores treinadores e metodologias de treino.
No entanto, e dado que nem sempre a idade cronológica (o número de anos e dias de vida decorridos após o nascimento) corresponde à idade biológica (a maturidade do organismo, do sistema hormonal, do esqueleto, determinado pelo grau de ossificação da estrutura óssea) da criança, é necessário tomar alguns cuidados e acima de tudo entender que as características que se descrevem para uma determinada idade, nem sempre têm uma correspondência absoluta com a realidade. Para Bini e col. (1995), citados por Pacheco, R. (2001), a evolução do jovem processa-se segundo dois processos:

1- Um processo Quantitativo: O Crescimento, devido à divisão e multiplicação celular do individuo;
2- Um processo Qualitativo: A Maturação, que é o sucessivo desenvolvimento das diferentes funções do organismo.

 

Estas considerações levam-nos sem dúvida a duas ideias igualmente importantes: por um lado, na observação e selecção de jovens futebolistas o importante a observar é o potencial talento, e não a força ou a estatura que o jovem apresenta naquele período específico do seu próprio período de evolução biológica; por outro lado, e quando inseridos no processo de formação, tem de haver especial cuidado com as cargas e metodologias de treino a aplicar a diferentes indivíduos do mesmo escalão desportivo.

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